Aprender outro idioma pode nem sempre ser fácil. No caso de adultos, a dificuldade pode ser ainda maior. Segundo um estudo realizado pela Universidade de Brasília (UnB), as crianças estão mais abertas a novos conhecimentos, enquanto os adultos podem ficar frustrados durante o aprendizado porque tendem a buscar sentidos lógicos e racionais para aprender inglês.

A pesquisa ainda aponta que o lado positivo de conhecer um novo idioma na idade adulta é a possibilidade de compreender onde estão as dificuldades. Por isso, o primeiro passo para se distanciar dessa resistência é entender quais são as barreiras para apreensão do inglês. Muitas vezes a razão é a metodologia, que não atende à necessidade do aluno ou seu perfil de aprendizagem.

Por isso, separamos as dificuldades mais comuns que prejudicam o processo de aprendizagem da língua inglesa para que, depois de identificá-la, você possa se comunicar em inglês com mais facilidade. Acompanhe!

Muitos alunos em sala

A mesma pesquisa também demonstrou que uma das razões para os adultos enfrentarem dificuldades na absorção do segundo idioma é o medo de serem ridicularizados. Segundo a pesquisa, a dificuldade pode estar ligada à inibição e ao medo de pronunciar alguma palavra e errar em frente a colegas de sala ou de trabalho, os levando a ficarem quietos e não interagirem durante os espaços de comunicação.

Ou seja, muitas vezes a barreira está no fato de ter de lidar com o idioma em uma sala com muitos alunos. As salas cheias também apresentam outro problema: podem dispersar a atenção do professor para a performance individual de cada aluno. Ou seja: o aluno pode ficar inibido em usar a linguagem e, mesmo ao tentar, o professor pode não perceber alguma incorreção por estar prestando atenção a muitos alunos ao mesmo tempo.

Foco excessivo em gramática

Diferentemente da língua portuguesa, que aprendemos na escola desde pequenos, aprender uma segunda língua requer voltar a atenção para outros aspectos além dos gramaticais. A possibilidade de se comunicar, de compreender e de ler o inglês são extremamente necessários para a fixação da língua, que é uma completa novidade.

Porém, muitas metodologias focam excessivamente na escrita ou nos aspectos gramaticais do inglês. Isso leva a uma racionalização do idioma e pode provocar um impedimento em alunos que têm perfil comunicativo mais oral ou auditivo.

Além disso, a busca na perfeição gramatical logo no início também impede o desenvolvimento das outras habilidades. Isso acontece porque, assim como desenvolvemos nossa língua materna ouvindo e falando do zero para posteriormente compreender sua complexa estrutura, a segunda língua também é desenvolvida com mais facilidade priorizando a comunicação sobre a exatidão total das frases.

Resistência aos métodos tradicionais

Isso nos leva ao próximo problema bastante comum: muitas metodologias pararam no tempo e deixaram de ser atrativas aos alunos, principalmente essas que valorizam a escrita ao extremo. O aprendizado de um novo idioma deve ser distinto, mas semelhante ao aprendizado da língua materna: insistir em exercícios gramaticais e produção de textos como prioridade não refletem em apreensão da língua, mas sim apenas na compreensão de sua estrutura.

Com a influência das tecnologias portáteis no cotidiano, a capacidade de apreensão e de foco em determinado conteúdo também mudou. Por isso, metodologias que buscam novos formatos de aula e novas maneiras se comunicar com os alunos têm facilitado o processo de aprendizagem.

Aulas que recorrem a atividades como o uso de podcasts, games, séries e filmes se tornam muito mais atrativas. Também são mais eficazes por valorizarem a conversação e a compreensão da língua, desafiando os novos falantes. São situações simples que, repetidas, promovem a fixação do conteúdo no subconsciente, tornando o processo de apreensão mais fluido, orgânico e divertido. Também são excelentes por trabalharem com o uso real da língua, ao invés das faixas de áudio gravadas para livros.

Falta de tempo

A dificuldade também pode ser maior nos adultos porque eles precisam se dedicar a diversas funções no dia a dia, relegando o inglês a segundo ou terceiro plano. Muitas vezes a dedicação fica reduzida ao espaço da aula. 

Isso pode se agravar ainda mais caso os horários das aulas não sejam flexíveis. Muitas pessoas, por exemplo, se desmotivam e chegam a deixar de frequentar as aulas por levarem em conta também o tempo de deslocamento.

Para manter a motivação e não prejudicar a realização das outras atividades do cotidiano, uma das saídas é buscar por aulas no método delivery ou, ainda, que permitam a adaptação de horários conforme a rotina do aluno.

Outro fator importante para manter a motivação é o descanso, que contribui para a retenção do conteúdo. Portanto, tempo é um fator crucial que deve ser levado em conta durante a aprendizagem do inglês.

Como fugir disso?

Assim como apontamos, a metodologia comunicativa é uma que vem provocado resultados eficazes no aprendizado em inglês. Por se basear na forma como aprendemos a língua materna, o foco na gramática avançada fica para um segundo momento, enquanto as capacidades auditiva e oral são colocadas como prioridade.

Ao colocar os ouvidos em constante contato com o idioma inglês, seja por meio da própria fala ou ao escutar outras pessoas, o subconsciente vai se familiarizando com os sons. O aluno passa a valorizar a sonorização e o ritmo do inglês, memorizando a forma de pronunciar ou dar ênfase em determinado aspecto, de forma quase intuitiva.

É como ocorre com os bebês que, influenciados por seu entorno, desenvolvem a comunicação oral. Essa metodologia também é muito atual porque permite que as pessoas possam sobreviver e se comunicar em situações reais, como em viagens ou no trabalho, sendo ideal para pessoas que querem se desafiar a falar a língua inglesa. E, por sua atualização, recorre a atividades auditivas interessantes, como os filmes, séries e até outras tecnologias para a fixação do conteúdo.

Apesar do aprendizado sempre ser um desafio, com métodos atualizados, a apreensão de um novo idioma se torna mais natural e prazerosa. Ao ouvir e falar constantemente, o idioma deixa de ser um monstro que provoca medo nas pessoas e passa a ser parte do seu cotidiano.

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