Ainda persiste o pensamento de que, para alcançar o sucesso, é preciso receber o impulso de alguém bem-sucedido. Porém, a história de Dilson Kossoski prova que isso não é verdade, afinal, ele trilhou seu caminho do zero e criou uma franquia de inglês inovadora.

A Top English começou como uma ideia modesta, e foi sendo aperfeiçoada por Dilson. Hoje, está presente, até mesmo, fora do Brasil. Por isso, essa trajetória é uma inspiração para quem tem um sonho, uma ideia, mas ainda não se sente seguro para dar o primeiro passo.

Continue lendo para conhecer a história de Dilson e da Top English. Descubra como ele conseguiu, partindo do ofício de jardineiro e com seu próprio esforço, criar essa franquia para ensinar inglês de um jeito diferente.

Uma trajetória que começou de baixo

De fato, há quem comece sua trajetória sem grandes sacrifícios, mas esse não foi o caso de Dilson Kossoski. Um dos 4 filhos de uma família humilde, ele perdeu os pais ainda na infância e, até os 12 anos de idade, trabalhou na roça, em Guaragi, no interior do Paraná.

Para completar seus estudos, precisou se mudar para a casa de um tio na cidade, onde caminhava cerca de 8 km para ir à escola, pois não tinha ônibus e muito menos dinheiro para pagá-lo. Ele não fazia ideia de que esses passos o conduziam para criar uma franquia de inglês inovadora.

Assim, ele seguiu até finalizar o ginásio. Depois, começou o ensino médio, mas as caminhadas não terminaram e, na verdade, o trajeto aumentou. Foi justamente nessa fase, aos 14 anos de idade, que Dilson começou no ofício de jardineiro.

O jardineiro que foi para a faculdade

À noite, Dilson estudava, e seu trabalho era ofertado em um bar perto da casa onde morava. Foi assim que conseguiu financiar seu primeiro cortador de grama elétrico. Era usado, mas servia para ir de casa em casa, oferecendo o serviço.

Essa rotina seguiu até o final do ensino médio. Dilson cortava grama o dia todo e, na hora da aula, caminhava até a escola. Às 22h30, suas aulas terminavam, e ele caminhava de volta os 10 km que sempre percorria. Embora trabalhando de segunda a sábado, o dinheiro ainda era pouco para pagar a passagem do ônibus.

Quando terminou o colegial, Dilson conseguiu ingressar no curso de Ciências Contábeis da Universidade Estadual de Ponta Grossa, que demandava uma caminhada ainda maior. Porém, sua rotina continuou como jardineiro por 4 anos, até que ele foi dispensado do Serviço Militar Obrigatório.

Desejando voos mais altos, Dilson parou de trabalhar como jardineiro e conseguiu um emprego como balconista de livraria. Agora, ele tinha um salário, recebia vale-transporte e fazia sua faculdade à noite. Depois de formado, mudou-se para Curitiba.

O inglês sempre foi uma paixão

Nessa época, ele já estava convencido de que queria aprender inglês, mas ainda não tinha o intuito de criar a sua própria franquia de inglês inovadora. O idioma chamava tanto sua atenção, que, embora estudasse a área de exatas, sua vontade era cursar Letras e aprender a falar inglês. Esse desejo o motivava a fazer pesquisas e estudar sozinho como podia.

Em Curitiba, foi trabalhar como vendedor em uma loja de eletrodomésticos, cargo em que se saiu muito bem. Agora, ele tinha uma boa remuneração e ainda a comissão por suas vendas. A vontade de aprender inglês não ficou esquecida, e ele chegou à conclusão de que a melhor forma de fazer isso era viajando para os Estados Unidos.

Durante três anos, ele trabalhou e guardou dinheiro para fazer sua viagem. Com a ajuda de algumas pessoas, conseguiu tirar o seu visto e foi para Salem, nos Estados Unidos. O primeiro passo estava dado!

A rotina de Dilson nos Estados Unidos

O intuito da viagem de Dilson era estudar, mas ele precisou trabalhar como lavador de pratos (dishwasher) para se sustentar por lá. Seus estudos continuaram, e ele fazia curso de inglês aos sábados  mas isso ainda era pouco para um sonhador.

Então, o Salem State College o descobriu como jogador de futebol, e ele foi convidado a jogar pelo time da faculdade, ganhando cursos, alojamento e ainda uma pequena ajuda de custos da instituição por ser atleta.

Por quase três anos, ele manteve essa rotina e conseguiu fazer dois cursos, o de English as a Second Language (ESL) e Linguística. À noite, era entregador de pizza, para ganhar uma renda extra.

Depois de terminar os cursos, Dilson voltou para o Brasil e, de novo, foi morar em Curitiba. Dinheiro mesmo, ele não tinha, mas já nutria a ideia de abrir a sua escola de inglês com metodologia própria. E como fazer isso?

Os primeiros passos da Top English

Sem saber de que forma chegar até os seus alunos, Dilson se tornou professor de inglês em várias escolas grandes e conhecidas. Durante 3 anos, ele manteve essa ocupação, fazendo laboratórios.

Além de ganhar experiência e ter contato com os alunos, ele também reuniu ideias e materiais para criar a sua escola. E, em 1996, a Top English começou a sair do papel, porque Dilson estava redigindo seu primeiro livro  aquele que seria o “pai de todos”.

Seu intuito era produzir o material didático da sua escola e, depois de voltar de uma viagem à Grécia para visitar seu irmão, mudou-se para Maceió. Ali, ele desejava morar e lançar seu novo projeto, em razão da simpatia que teve pela cidade quando a conheceu em férias.

No ano seguinte, em 1997, o livro estava pronto, então, Dilson começou a dar aulas particulares usando essa metodologia que criara. A princípio, sua ideia era ter apenas uma metodologia própria e não ficar preso a escolas, mas a aceitação foi tão boa que, 3 meses depois, ele já dava aulas de manhã, à tarde e à noite, com seus horários todos cheios.

Depois de 1 ano, Dilson treinou seu irmão, Reinaldi, para trabalhar com ele e, em 2 meses, Reinaldi não tinha mais horários. Novos professores foram treinados e, em 2011, essa equipe somava 15 profissionais, aplicando a metodologia de Dilson.

O que fez da Top English uma franquia de inglês inovadora

Até esse momento, a Top English ainda não havia expandido, mas a ideia sempre foi manter uma escola itinerante  nunca um espaço físico. A intenção era dar aulas de forma delivery, para que o aluno escolhesse onde queria estudar.

Esse formato deu muito certo e, com a consultoria da Cherto, a Top English cresceu e tornou-se uma franquia de inglês inovadora, com quase 30 professores, somente em Maceió, 20 unidades espalhadas pelo Brasil e uma em Boston.

Por não seguir o formato tradicional das escolas de inglês, a Top English praticamente não tem concorrentes diretos. Por isso, é uma excelente oportunidade para professores que desejam ter o seu próprio negócio, levando algo diferenciado para sua cidade ou região.

O segredo de Dilson para o sucesso da Top English

A Top English não se tornou uma franquia de inglês inovadora do dia para a noite e, além disso, o trajeto de Dilson não foi recoberto apenas com flores. Ele enfrentou desafios e dificuldades, inclusive, com o capital para montar sua escola.

Porém, com paciência, superou as fases difíceis e, com inteligência, trilhou seus passos, sendo persistente e racional em suas decisões. Preferiu um modelo de negócio inovador para oferecer um diferencial para as pessoas a precisar brigar com grandes marcas por um “lugar ao sol”.

A Top English já firmou sua presença e conquistou mercado, mas Dilson não deseja parar. Como todo empreendedor, ele sabe que não pode estacionar, por isso, continua buscando melhorar a qualidade da escola e de seus métodos, e tem o desejo de expandir ainda mais.

Quando um sonho é realmente forte, ele se concretiza, porque nossas ações se voltam para sua realização. A Top English se tornou uma franquia de inglês inovadora porque Dilson idealizou, sonhou, trabalhou, preparou-se e realizou aquilo que mais desejava: ter a sua escola de inglês com metodologia própria e livre de formatos tradicionais.

Para continuar a expandir sua escola, Dilson está sempre em busca de novos parceiros para levar a sua metodologia aonde ela ainda não está. Você pode ser um deles! Basta entrar em contato com a Top English e somar a essa equipe! Vamos lá!